domingo, 28 de agosto de 2011

Universidade de Feira de Santana (BA)

Universidade de Feira de Santana (BA) reúne mais de 100 mil peixes

Há espécies de vários tamanhos, tanto do mar quanto da água salgada.
Muitos deles despertam a curiosidade, como a arraia elétrica.

Do G1 BA, com informações da TV Subaé
A coleção de peixes do laboratório de ictiologia da Universidade Estadual de Feira de Santana reúne mais de 100 mil exemplares e tem espécies de vários tamanhos, tanto do mar quanto da água doce.
Alguns dos tipos de peixe são bem diferentes, como a arraia elétrica que mata as presas com choques elétricos e também cria um campo magnético para se defender dos predadores, ou o baiacu de espinhos que se enche de ar ou de água quando se sente ameaçado. Tem ainda peixes como a rêmora e o peixe morcego.
“A rêmora tem a primeira nadadeira dorsal modificada em um disco e ela tem a função de fixar o peixe a outros animais de grande porte, como os tubarões e as tartarugas. Ela fica fixa, aderindo à superfície do peixe. Ela se alimenta dos restos do seu hospedeiro, ela é um ectoparasita ”, explica Jaiza Tavares, bióloga.
Tem também espécies mais comuns, que são exploradas comercialmente, como o peixe espada e traíra. Mas existem outros bem perigosos, como é o caso do candiru, que é de água doce e não é encontrado na região nordeste. Ele é bem pequeno e parece inofensivo, mas quando atraído pela urina pode até matar. “Geralmente ele entra no canal, na uretra, e acaba machucando porque ele tem a propriedade de se alimentar de sangue. Não só na uretra humana, ele se alimenta também através do opérculo para sugar o sangue de outros peixes também, ele é um parasita”, esclarece Adriana Takako, bióloga.
 
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